Para que serve cada tipo, quando o usar e que número faz subir: guardados, partilhas ou comentários.
O que ele faz que um reel não faz.
Cada um com um exemplo real, o número que faz subir e quando o usar.
Escolhes 3 tipos para o teu tema e escreves as 3 capas aqui, na aula.
O reel traz quem não te conhece. O carrossel faz quem chegou ficar, guardar e confiar. São trabalhos diferentes.
Ensinas com calma, slide a slide. A pessoa vê que sabes do que falas.
Cada deslize é mais tempo no teu post, e o Instagram percebe que vale a pena.
A pessoa guarda para ver mais tarde. É o número mais importante do carrossel.
Quem passou sem deslizar pode voltar a ver o post a partir do slide 2.
o reel diz "olá". o carrossel diz "eu sei resolver isto".
Uma lista de 5 dita a correr, e a legenda pede: "guarda já este post para instalares pela ordem certa" (tradução).
O valor nem está no vídeo: está na legenda, um pedido comprido à IA para copiar. O reel só aponta para lá.
A pessoa lê ao seu ritmo, volta atrás e guarda. Consultar é o trabalho do carrossel.








Repara: em todas, sabes o que vais receber antes de deslizar. Isso é o tipo a trabalhar.





"Só tem música?" faz a pessoa pensar no próprio reel. O "5" diz-lhe quanto vai receber.
Título curto ("Whoosh no zoom") e uma linha: quando usar e o que fazer.
Etiqueta "Som 2", título, uma explicação. O olho já sabe onde ler.
Itens independentes: podes ler só o que te interessa e ainda assim levas valor.
Duas linhas por slide. Se precisas de mais, o item merece um carrossel só para ele.
"Magic reveal, quando mostras o resultado." Guarda o item mais forte para o fim.
"Segue a @catiacreator para não perder este perfil." Um só pedido.




E responde logo à dúvida: "Só com o Instagram. Sem outro app."
"Fundo escuro": o que abrir e o que fazer. O lado direito fica livre para o print.
"Adiciona outra foto tua por cima do fundo." Se cabem duas ações, divide.
Num tutorial, a pessoa tem de ver onde tocar. Sem print, é só uma promessa.
O último passo mostra o Story pronto. É a imagem que faz guardar.
Quem chegou ao fim aprendeu contigo. É o momento certo para pedir que te siga.




"Guarda este post. Usa antes de publicar." Diz para que serve e quando o vais abrir.
"Nas configurações": dois pontos que se fazem no mesmo ecrã ficam juntos.
Cada slide é um sítio onde a pessoa vai. Fácil de seguir com o post aberto.
Separa o que se faz uma vez do que se faz sempre. É isto que a pessoa volta a consultar.
Quem guardou a checklist já tem uma razão para te seguir.







Ninguém quer errar. A dúvida "será que faço isto?" obriga a deslizar.
"Um por dia é pouco para testar." Nunca deixes o erro sem a saída.
"Começaste com vídeos de 7 segundos?" A pessoa reconhece-se e continua.
"Não há hora ideal." Aqui o erro é um mito, e o slide dá a verdade.
Duas frases: porquê e o que fazer.
As palavras-chave aparecem noutro carrossel. Os teus conteúdos conversam entre si.
"Fica pelos 5 por dia." Números dão confiança, se forem verdade.
O número da capa cumpre-se. Prometeste 7, entregaste 7.
Erros geram comentários ("eu fazia o 3!"). Responde a todos.









O "vs" promete uma decisão já tomada por ti. Ninguém resiste a um confronto.
"Não precisas de pagar por tudo." E avisa: preços aproximados, confirma antes de assinar.
Pago à esquerda, grátis à direita, sempre no mesmo sítio. Midjourney vs Nano Banana.
Escuro, creme, escuro: mudar a cor faz deslizar sem cansar.
Não basta o nome: diz para que serve a alternativa.
GitHub Copilot vs Cursor. A pessoa já sabe onde olhar.
"O único 100% gratuito da lista." Um pormenor destes é o que faz guardar.
Adobe Firefly vs Photoroom: uma comparação útil no telemóvel.
Higgsfield vs Hailuo AI. Créditos diários para testar.
Prometeste 8 categorias no slide 2. Aqui está a 8.ª.
"Para não perderes o próximo: @catiacreator."
"Comenta 'creator' para crescer no Instagram." É uma alternativa ao slide anterior: escolhe um dos dois.





Primeira pessoa, foto da criadora, e um resultado que dá curiosidade.
"O ChatGPT concorda com tudo." Toda a história começa num problema que a pessoa reconhece.
O que fiz antes. Dá à pessoa os mesmos passos que deste.
O prompt, para copiar. O momento em que a história muda.
"Ótima ideia!" passa a "Ignoraste um problema importante." É a prova da história.
Quem se reviu na história quer a próxima.
Opcional. Escolhe este ou o anterior.





Toda a gente acha que é programar. A capa diz que não, e a pessoa quer saber o quê.
"Toda a gente aprende ferramentas. Quase ninguém aprende isto."
"Programar mudou." Uma opinião precisa de razões, não só de força.
Cita quem sabe (o fundador da Scale AI). A opinião ganha peso.
"Não é Python. É clareza." É a frase que se partilha.
"Não precisas de um curso." Responde antes que perguntem.
Um pedido para copiar. Opinião sem ação é só desabafo.
O movimento chama o olho no último slide.
Opcional.
OUTRA CAPA







"Separei" diz que o trabalho de escolher já foi feito por ti.
6 áreas, uma para começar e uma para ir mais longe. E o pedido: "antes de continuar, dá 2 toques na tela ❤️".
Para começar: ChatGPT. Para ir mais longe: Claude.
Lovable, e depois Cursor e Claude Code. O nível cresce contigo.
CapCut, depois InVideo e Higgsfield.
Zapier, depois Make.
Shopify, depois Replit e Framer.
Perplexity, depois Gemini Deep Research. 14 ferramentas, prometido e cumprido.
"Para não perderes o próximo."
Opcional.
Vários itens soltos, número na capa, o mais forte no fim.
Um resultado, a ordem importa, print em cada passo.
Antes de uma ação que se repete. "Guarda e usa antes de…"
Erro e correção no mesmo slide. Só o que podes confirmar.
Quando há uma escolha. Lado a lado, sempre no mesmo sítio.
Problema, o que fiz, o que mudou. Nunca inventado.
Contraria uma crença, com razões e uma ação no fim.
"Que app usas?" Organiza: para começar / para ir mais longe.






Conteúdo para consultar mais tarde. Bom para a semana antes de abrires vagas: quem guarda volta, e quem volta confia.

A partilha leva o teu carrossel a quem não te segue. Opinião ("é mesmo isto") e comparação ("vê antes de pagares") são os que mais se enviam.

Erros fazem confessar ("eu fazia o 3"), casos fazem perguntar ("e como fizeste?"). Junta "comenta a palavra" e a conversa passa para o Direct.

Promessa de continuação. A série funciona em reels ("parte 12", 321 mil visualizações) e funciona em carrosséis: "segue para não perderes a parte 2".
"Dicas de Instagram." Dicas de quê, quantas, para quê? Se a capa não diz o que vem, ninguém desliza.
Começa em opinião, passa a tutorial e acaba em lista de ferramentas. Escolhe um só tipo.
Passos sem mostrar onde tocar. A pessoa desiste no 2.º slide.
Só listas, todas as semanas. O feed fica previsível e só fazes subir um número.
passo a passo, checklist, lista ou recursos…
CAPA: ____________opinião ou comparação…
CAPA: ____________erros ou caso, com palavra-chave…
CAPA: ____________mau → bom → excelente.
máx. 10 palavras ✍️
tira uma foto a este slide 📸
Testa cada uma: alguém de fora adivinha o tipo e o que vai receber?
De tipos diferentes. Ao lado de cada um, escreve o tipo e o que faz subir.
É a que vamos transformar num carrossel completo, slide a slide.
Capa, contexto, uma ideia de cada vez e um pedido no fim. Um bom reel e um bom carrossel seguem a mesma ordem. Na aula 11 vemos carrosséis slide a slide e montas o teu.